Entre(outras)vistas

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Como nada de interessante aconteceu este mês, e aparentemente minha criatividade entrou em crise junto com o Brasil, me restou fazer um dos lazeres de que mais gosto, assistir entrevistas, principalmente aquelas com personalidades que merecem um espaço na telinha para mostrarem quem são e o que pensam, em formato widescreen e sem censura. Tenho uma queda pelo Roda Viva, já que conta sempre com uma ótima bancada de ´seres pensantes´, que teve no comando do programa nomes que ocupam a nata do jornalismo nacional, como Marilia Gabriela e Mario Sérgio Conti, e que agora está sob a liderança de Augusto Nunes, na minha opinião, um dos melhores mediadores até então, elevou ainda mais o nível do programa.

Meu gosto por talk-shows começou com Jô Soares, que me conquistoupor seu formato american way de entrevistar. Seu carisma, ótimos entrevistados e sua divertida jazz-band tirou a seriedade que os talk-shows brasileiros tinham, tornando-se popular.

Já do outro lado do oceano, quem sempre foi referência para mim e é,até hoje o melhor de todos, é o sempre sorridente David Letterman, vencedor do Guinness World Records por ficar mais tempo no ar, e que recentemente anunciou sua aposentadoria.

Outros programas, embora tenham formatos parecidos, não tem a preocupação de serem interessantes, no sentido de serem informativos, mas sim de chamar a atenção da audiência, onde muitas vezes, os entrevistadores tornam-se a atração principal, deixando o convidado em segundo plano, e recebem reconhecimento como um mero programa de entretenimento, com humor ácido e deboches, como a turma de Danilo Gentili, Jimmy Fallow ou até a Ellen Degeneres.Gosto destes programas porque apresentam assuntos diversos com pessoas inteeressantes, que merecem um espaço na mídia porque realmentetem o que falar.

Entrevistas boas são aquelas que em determinado ponto, enveredam em ótimos debates. Você não acha?

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