Eu delírico: relatos de uma literatura nonsense

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Já vou dizendo logo de cara: Este título não é meu, roubei de camarada escritor, aquele do livro Angu de alguma-coisa-alguma, manja? É melhor ser fiel no texto, chegar dizendo o que se sente, sem floreios nem borrões, para depois não ter de cumprir uma sentença textual-literária, e precisar inventar alguma lorota para consertar tudo.

De santo, louco, técnico de futebol, poeta, médico e rouco, todos temos um pouco. Mas conversar com quem faz as palavras ficarem malucas na frase, me deixa em uma paranoia delirante de criatividade sem fim.

Delírico diante de muitas ideias pipocantes que tenho, imerso no profundo mar de neologismos e ideias que vão saltitando na minha cabeça, quando converso com algum destes escritores provocadores, minha condição piora ainda mais. Não ter como anotar todas as ideias para depois descreve-las é um deus-nos-acuda!

Por isso narro estes relatos ficcionais, que são a pura realidade dos fatos.

Antes fossem os delírios, porque já faço toda a heresia em cometer plágios ficcionais também em Ctrl+C’s e Ctrl+V’s de referências. Parece que uma chave liga na minha cachola, e as sinapses só pensam em frases absurdonéticas, (mix de absurda com frenéticas), esquisitóides (mix de esquisito com intelectualóide).

Se esta chave abrisse diante do computador ou na frente de um caderno vá lá. Mas não, a navilouca resolve funcionar lá pelas dez e meia da madruga, ou durante o banho, já rolou esta nóia até no caminho de casa. É o ó do borógodó!

Me segura que eu vou dar um troço Waly Salomão! Pronto! Mais uma referência! Baixe seu santo em mim até as referências literárias pararem de acontecer.

Até aqui já foram tantas citações, neologismos, frases populares, frases roubadas, que já posso receber o título de ching-ling da Literatura pela Academia Brasileira de Letras. Tudo falsificado! Me leva! Só deixa eu pegar aquele livro laranja do Leminski, porque sem ele eu não sobre (vivo).

Mas no geral, posso afirmar em bom português, que este estilo é original de fábrica. Os pecados são todos baseados em tudo que li até aqui.

Esta foi a única frase e verdade escrita por mim até aqui! Eu tô na paz!

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