A resposta para a doença emocional: AMOR

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A incapacidade de amar gera a doença emocional. A aquisição dessa capacidade proporciona a cura, sendo, portanto, o caminho para uma vida feliz, na qual predomina a alegria.

Não estamos nos referindo aqui à paixão sexual, mas àquele profundo e duradouro amor que o ser humano deve sentir por todos os seus semelhantes, por um Poder Superior, por si mesmo e por tudo que há de bom na vida.

A psiquiatria, a medicina, a religião e a sabedoria popular reconhecem que as pessoas que são amadas e aprendem a amar bem cedo, na infância, jamais se tornam emocionalmente doentes.

Em todos os casos da doença, pode-se demonstrar que a pessoa enferma carece desse sentimento positivo – o amor – em relação aos seus semelhantes. E que essa carência tem início no período de sua infância.

Quando uma pessoa é desprovida da capacidade de amar, surgem para ela dificuldades patológicas de toda ordem, problemas em todas as áreas de sua vida, onde quer que se encontre e independente do que lhe suceda.

A falta da capacidade de amar pode provocar-lhe retraimento, alucinações, depressão, projeção, racionalização, paranoia, bem como sentimento de culpa, remorso, autopiedade, ódio de si mesma e isolamento. Isso para citar apenas alguns exemplos.

Sendo incapaz de amar, ela não se harmoniza consigo mesma, nem com seus semelhantes, nem com o Poder Superior e a vida em geral. Sente-se deslocada neste mundo e, não tendo outro para ir, vê-se presa a um lugar que lhe é estranho e hostil. Ela tenta criar seu próprio mundo, porém fracassa, porque isso é algo que não se ajusta à realidade.

É possível que tente encontrar refúgio em ocupações intelectuais ou artísticas, ou em passatempos como a caça e a pesca, por exemplo. Porém, se sentirá só e abandonada onde quer que se encontre, porque não é capaz de demonstrar estima pelas pessoas.

Embora tente encontrar pessoas com mentes que se afinem com a sua, nisso também ela fracassa. Não lhe ocorre fazer o contrário. Isto é, procurar harmonizar a sua mente com a dos outros. E, mesmo que o tentasse, não saberia como fazê-lo.

Muitos campos da ciência já revelaram que o homem é um animal social. A psiquiatria já foi também definida como sendo o “estudo das relações interpessoais”. E a sabedoria popular de há muito vem afirmando que uma pessoa emocionalmente doente não consegue se dar bem com as demais. Todas essas afirmações demonstram que o homem depende de seus semelhantes e precisa de sua companhia.

Para ser sadio e feliz ele precisa aprender a viver com os outros seres humanos, sentir prazer em sua companhia e respeitá-los, ou seja, precisa sentir amor por eles.

Se uma pessoa não se sente bem junto a outras, tem aversão por elas, ódio ou as considera de nível inferior ao seu, ela está doente e a culpa é dela. Falta a capacidade de amar.

A que ama seus semelhantes, que ama um Poder Superior e tudo o que existe de bom, é uma pessoa verdadeiramente feliz. Sobra-lhe amor para dar e isso já define o que é felicidade.
(Continua na próxima edição)

24 hs de Paz e Serenidade.

Endereço das reuniões: Salão da Igreja Matriz, às segundas-feiras, às 19h30min, terapia; e às quartas-feiras, às 20h, reunião de estudo. Também temos reuniões online.
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