Comarca de Caconde lança projeto para apadrinhamento de crianças e adolescentes abrigados

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Comarca de Caconde lança projeto para apadrinhamento de crianças e adolescentes abrigados

Comunidade participou de evento para conhecer programa.

A Comarca de Caconde, pertencente à 6ª Região Administrativa Judiciária (RAJ), lançou, na última quinta-feira (4) o projeto “Criando Laços”, para apadrinhamento de crianças com mais de sete anos e adolescentes abrigados. O programa envolve jovens com remotas perspectivas de adoção ou retorno à família de origem e tem por objetivo resgatar o direito à convivência familiar e comunitária.

O lançamento do projeto, coordenado pelo juiz Wyldensor Martins Soares, ocorreu em evento no Salão do Júri da comarca. Toda a comunidade de Caconde e Tapiratiba, cidade vizinha incluída no programa, foi convidada, bem como representantes de outros órgãos públicos. De acordo com a psicóloga Nêmora Suely Melo Fernandes, por meio de convênio com a “Casa Abrigo” o programa atenderá crianças acima de sete anos e adolescentes, todos sem possibilidade de voltar ao convívio familiar. “Nossa intenção é dar oportunidades a esses jovens e, para isso, contamos com o apoio da comunidade.” O projeto também conta com o apoio da promotora de Justiça Heloise Maia da Costa, além do trabalho da assistente social Josiane Bortolotti e da psicóloga Alessandra Dal Belo Otsuru.

Criando Laços

O projeto atende crianças e adolescentes acima de sete anos. Os interessados em ser padrinho/madrinha deverão se cadastrar no fórum e, posteriormente, passarão por entrevistas e receberão orientações específicas. São três os tipos de apadrinhamento:

Afetivo: o padrinho/madrinha tem contato direto com as crianças/adolescentes, por meio de visitas constantes, podendo sair para atividades fora do abrigo, como passeios, festas de Natal, Páscoa etc. Dessa forma, são vivenciadas experiências que auxiliam no processo de valorização da autoestima;

Financeiro: consiste na contribuição econômica para atender às necessidades de uma criança ou adolescente acolhido, sem necessariamente criar vínculos emocionais;

Prestação de serviços: interessados realizam serviços na instituição ou fora dela, voltados à cultura, lazer, educação, saúde ou formação profissional das crianças e adolescentes, inerentes à sua profissão, ofício ou talento.

Fonte: Tribunal de Justiça (http://www.tjsp.jus.br/Noticias/Noticia?codigoNoticia=53699)

Comunicação Social TJSP – SB (texto) / arquivo (fotos)
imprensatj@tjsp.jus.br

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