COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

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Uma pesquisa recente realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) constatou que, apesar da crise que atinge o bolso da maioria dos consumidores no país, quatro em cada dez brasileiros compram por impulso.
Entre os itens que mais instigam a compra por impulso, estão roupas, calçados e acessórios (14%), perfumes e cosméticos (8%), idas a bares (6%) e smartphones (6%).
Entre os métodos de pagamento, o preferido por 68% dos impulsivos é o dinheiro, seguido do cartão de crédito (45%) e débito (35%). Quase metade dos consumidores relataram maior dificuldade para comprar utilizando outras linhas de crédito alternativas.
Além disso, os resultados apontam que a forma de parcelamento preferida de 61% dos brasileiros é o cartão de crédito, 14% dizem preferir o crediário ou carnê, enquanto 10% preferem utilizar o cartão das próprias lojas. Já entre as modalidades de compra que mais são realizadas por impulso, segundo os entrevistados, estão as virtuais (29%), seguida dos supermercados (19%) e lojas de departamento (17%).
O SPC Brasil e a CNDL também constataram que 65% dos brasileiros não possuem reserva contra imprevistos, sendo que, no último mês, 76% não conseguiram guardar nada de dinheiro.
Entre a população das classes A e B, 37% informaram ter reservado alguma quantia. Já nas classes C, D e E, o percentual foi de apenas 13%.
Em média, aqueles que conseguiram poupar guardaram R$ 502.
A principal justifi cativa dada entre aqueles que não conseguiram poupar foi a renda baixa, mencionada por 44% dos entrevistados; 16% citaram imprevistos e outros 13% disseram estar sem renda no momento. Além destes, 9% citaram o fato de não conseguirem controlar os gastos e 6% a falta de disciplina.
O levantamento mostra ainda que, entre aqueles que possuem alguma reserva financeira, mais da metade (55%) fi zeram uso dos recursos poupados recentemente. Os principais motivos foram o pagamento de contas da casa (13%), imprevistos (11%), despesas extras (9%), viajar (4%) e comprar uma casa ou apartamento (4%).

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