Bate Bola Janeiro 2017

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Toda última terça-feira do mês, quando redijo esta coluna, me pergunto: o que escrever? Como faço para as edições de janeiro, no começo de um novo ano, iniciam novas esperanças que o estádio municipal de futebol de S. J. Rio Pardo, que também pode ser utilizado para a prática do atletismo e outras modalidades, finalmente seja concluído. É o que espero… e sonhamos!

Pelo pequeno espaço, confesso que lá em 2009 pensei que escreveria mais notícias boas do que ruins. Há 8 anos aqui estreei. Cronista esportivo tem que se levar pela razão, perante leitores que agem com o coração. Falar ou escrever de futebol é falar ou escrever de Brasil. E num país como o nosso, é muito difícil. Continuo um grande palpiteiro, com muitos acertos e vários erros. E pretendo permanecer assim… enquanto o “Jornalzinho” permitir (e nos aguentar!) e sem censurar, prática constante deste jornal mensal.

E, se você continua lendo, é um bom sinal. E sempre é bom lembrar a frase do ex-treinador italiano Arrigo Sacchi: “futebol é a coisa mais importante dentre as menos importantes”.

Em 2016, o Palmeiras “sobrou”, o Corinthians foi pífio, o Santos “cumpriu tabela” e o São Paulo viveu ano caótico técnica e profissionalmente.

Para 2017, os palmeirenses querem a Libertadores, é claro! Sem Cuca, o campeão que gosta de ir embora, Eduardo Baptista conseguirá conduzir o Palmeiras a este título?

Os são-paulinos sonham que do banco de reservas o novo comandante, o ídolo Rogério Ceni, seja tão bom quanto foi embaixo das traves… e até nas cobranças de faltas!

Os santistas (ôpa, tô no meio), além do Paulistão (onde somos “bichos papões”), querem um título nacional ou internacional e, se não for sonhar muito, que surja um novo Neymar, Robinho…

E os corintianos querem paz: na política interna, nas finanças e no comando do time.

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