“ Em todo adulto espreita uma criança – uma criança eterna, Algo que está sempre vindo a ser, Que nunca está completo, E que solicita cuidado, atenção incessantes. Essa é a parte da personalidade humana Que quer desenvolver-se e tornar-se completa”. C.G. Jung

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As crianças nascem espontâneas, otimistas, esperançosas, encantam-se com facilidade, experimentam e criam, são orientadas para o prazer e para a vida. Porém, quando são feridas em seus afetos e não atendidas em suas necessidades básicas de amor, limites, segurança e atenção elas crescem carregando essas dificuldades e transferindo isso para toda a vida, em forma de vícios e doenças perdendo a capacidade de ser feliz.

Cada um de nós carrega dentro de si, uma eterna criança, uma série de sentimentos e atitudes trazidos da infância que permanecem vivos não importa quanto tempo tenha se passado. Essa criança faz a gente ver a vida de um modo distorcido, pois a forma de ver carrega uma dor. A mente racional do adulto avalia a situação com destreza, porém a criança as vê com a emoção que sentiu no passado.

Essa criança interna precisa ser cuidada para que ela se liberte da dor que carrega e faz o adulto ser refém de suas carências inesgotáveis. Para isso acontecer é necessário um mergulho dentro de si para  conhecer a nossa dor da infância, chorar junto com essa criança e aceitá-la do jeito que foi. É necessário  perdoar a nós mesmos e a todos que um dia nos feriram , livrando-nos do peso do passado e nos dando a possibilidades de resgatar em nós a espontaneidade e as alegrias que se perderam,  reavivando a curiosidade, o brilho no olhar o jeito sincero que criança tem.  Através deste mergulho sua história poderá ser escrita com muito mais amor, ternura, acolhimento e pura alegria!

E você já olhou para sua criança interior?

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