Liberte-se!

0
409

Meditemos irmãos no inicio deste ano na libertação do povo de Israel da escravidão do Egito!

Ao falarmos de Egito, logo recordamos do fecundo Nilo, das esplendorosas pirâmides, das múmias e dos grandes faraós. Certamente isso não é mentira! Porém, era ostentado pela escravidão de muitos, quando não pela morte. Os escravos eram o povo de Israel, que se multiplicando, ofereciam perigo a estabilidade do Faraó e sua corte. Por isso, eram submetidos a todo tipo de infortúnio, inclusive a morte dos primogênitos do sexo masculino.

Precisamos perguntar-nos se hoje não estamos novamente residindo no Egito, se não fadamos nossa existência aos faraós que sem percebermos ou até mesmo com nosso consentimento entraram em nossas vidas. Eles são astutos, se julgam superiores, são bons de lábia, mas o que está em foco é a ostentação de suas vontades.

Exploram nossos sentimentos, nossa bondade, nossa solidão e usam de nossos medos para nos aprisionar. Aos poucos retiram de nós, nossos valores, matam nossos sonhos, zombam de nossa Fé e põe a prova nosso Deus. Com o tempo nos assemelhamos ao povo israelita e nos contentamos com as cebolas, cortadas sob as lágrimas de quem esperou na pessoa ou na situação errada. Depositamos nossa esperança em quem como um “chupim” entrou na nossa história, e com atitudes inesperadas transformou nossa alegria em pranto, nosso céu em inferno.

Moisés quando percebeu que o Faraó não libertaria o povo pelo diálogo, depositou sua confiança em Deus. Deus por sua vez usou de misericórdia com o Faraó e mandou as pragas. Mas mesmo assim, mesmo com o sofrimento, com a destruição e com sinais, o faraó não aprendeu. Existem pessoas assim! Não aprendem com o sofrimento, não sabem a hora de partir e muito menos de chegar. Fazem de tudo para manter a aparência de uma vida oca e vazia. Dançam, cantam, comem e bebem, mas no fundo são as mais infelizes, escravas das próprias e deturpadas vontades.

Moisés então agiu! Não se contentou em permanecer no erro, na injustiça, no pecado e nas aparências.

Para nós, o Egito tipifica o mundo com a sua escravidão. Estamos nele, mas não precisamos ser dele, consentir com tudo… Olhe para sua vida, coloque-a diante de Deus, peça força e não fique como água parada, mexa-se, revolte-se e liberte-se de toda forma de escravidão, de vícios e da ditadura do pecado, da idolatria, do medo, etc.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here