Nono Dígito dos Celulares

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A implementação do nono dígito no interior de São Paulo, que começou em 25/08 aumentou em quase duas vezes e meia a capacidade de habilitação de linhas de telefonia celular na região.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), anteriormente com oito dígitos era possível o registro de um total de 296 milhões de linhas de celular (37 milhões para cada um dos 8 DDDs do interior do estado). Com o nono dígito, essa capacidade sobe para 720 milhões (90 milhões por DDD). Atualmente, estão ativos cerca de 30 milhões de celulares entre os códigos 12 e 19.

O custo para a implantação do nono dígito no interior de São Paulo é de R$ 98 milhões e nenhum custo será agregado para o consumidor. Os gastos serão rateados por todas as operadoras de telefonia e incluem alterações técnicas na rede, investimentos em tecnologia da informação e também nas campanhas de publicidade, para informar o consumidor.

Esse processo começou em julho de 2012, na área de código DDD 11, que inclui a cidade de São Paulo, motivado pelo crescimento da base de assinantes do serviço. Para efeito de padronização, porém, a agência decidiu por implantar o nono dígito no restante do país. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, a obrigação vale a partir de 27 de outubro.

Até 31 de dezembro de 2014, o nono dígito começa a valer para nos estados do Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Maranhão. Até 31 de dezembro de 2015, a regra atinge também Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Minas Gerais.

Por fim, até 31 de dezembro de 2016, o nono dígito começa a ser obrigatório no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Acre, Goiás, Tocantins e no Distrito Federal.

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